Resistência na <em>Pereira da Costa</em>
A administração da Pereira da Costa solicitou a intervenção da PSP, no dia 15, quando os trabalhadores, concentrados frente às instalações, exigiam ser ouvidos. Em causa estão processos disciplinares instaurados a cerca de 90 trabalhadores, impostos no propósito de evitar o pagamento das indemnizações, através de um despedimento colectivo encapotado, denunciou o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Sul.
Num plenário, dia 19, os trabalhadores consideraram que a administração tem assumido uma postura de «má fé, ao não falar a verdade». Perante esta situação, reclamam o pagamento dos salários de Agosto e outras dívidas, entre as quais os passes sociais, desde Janeiro. Exigem ainda o imediato arquivamento dos processo disciplinares e pretendem que o Tribunal do Comércio de Lisboa clarifique os motivos que têm adiado a escritura do imóvel das instalações da empresa.
Concretizar o processo-crime contra o administrador Luís Moreira, pelas graves acusações públicas que fez aos operários, e avançar com uma providência cautelar, para impedir a alienação do património, foram outras reivindicações aprovadas anteontem. Os trabalhadores vão continuar concentrados à porta da empresa.
Num plenário, dia 19, os trabalhadores consideraram que a administração tem assumido uma postura de «má fé, ao não falar a verdade». Perante esta situação, reclamam o pagamento dos salários de Agosto e outras dívidas, entre as quais os passes sociais, desde Janeiro. Exigem ainda o imediato arquivamento dos processo disciplinares e pretendem que o Tribunal do Comércio de Lisboa clarifique os motivos que têm adiado a escritura do imóvel das instalações da empresa.
Concretizar o processo-crime contra o administrador Luís Moreira, pelas graves acusações públicas que fez aos operários, e avançar com uma providência cautelar, para impedir a alienação do património, foram outras reivindicações aprovadas anteontem. Os trabalhadores vão continuar concentrados à porta da empresa.